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Quarta-feira, 11 DE Maio DE 2011

Pós-Graduação: Intervenção Social com Populações Seniores

 

 

 

publicado por MAV às 11:00
Terça-feira, 10 DE Maio DE 2011

um agradecimento ao sapinho...

... por ter colocado este blog nos destaques.

publicado por MAV às 23:28
Segunda-feira, 09 DE Maio DE 2011

a troika e as ordens profissionais

Num momento em que o processo da ordem dos profissionais de Serviço Social está a fazer o seu caminho, talvez seja bom estar atento ao que o memorando de entendimento estabelecido pela troika (FMI, CE e BCE) refere sobre as profissões regulamentadas, até porque este será o verdadeiro programa de governo para os próximos anos.

«5.31. Eliminar as restrições à utilização de comunicações comerciais (publicidade), em profissões regulamentadas, como é exigido pela Directiva relativa aos serviços (3T 2011).

5.32. Rever e reduzir o número de profissões regulamentadas e, nomeadamente, eliminar as reservas de actividades sobre as profissões regulamentadas que já não se justificam. Adoptar a lei para as profissões não regulamentadas pelo Parlamento (3T 2011) e apresentar ao Parlamento a lei para aquelas que são regulamentados pelo Parlamento (3T 2011) para ser aprovada até (1T 2012).

5.33. Adotar medidas para liberalizar o acesso e exercício das profissões regulamentadas por profissionais qualificados e estabelecidos na União Europeia. Adoptar a lei para as profissões não regulamentadas pelo Parlamento (3T 2011) e apresentar ao Parlamento a lei para aquelas que são regulamentados pelo Parlamento (3T 2011) para ser aprovada até (1T 2012).

5.34. Continuar a melhorar o funcionamento do sector das profissões regulamentadas (tais como contabilistas, advogados, notários), realizando uma revisão abrangente dos requisitos que afectam o exercício da atividade e eliminar aqueles que não estão justificadas ou não são proporcionais. (4T 2011)»

Com o devido agradecimento ao blog «aventar» pela tradução do documento.

publicado por MAV às 00:36
Sábado, 07 DE Maio DE 2011

sondagens, coligações e o futuro governo...

Num momento em que as sondagens que vão surgindo indicam alguma inconsistência no partido vencedor das próximas eleições legislativas, existe um cenário que, face às declarações dos principais intervenientes, temos que colocar e sobre a qual temos que reflectir.

 

É praticamente garantido que nenhum partido (quer Socialista, quer Social Democrata) vai conseguir obter uma maioria absoluta.

Para além disso, e até face ao que ambos os grupos políticos declararam, não será expectável nem pensável que Bloco de Esquerda e Partido Comunista Português, façam parte de uma qualquer solução de governo maioritário com a liderança do Partido Socialista.

 

Face a isso, importa recordar também que, quer Pedro Passos Coelho, quer Paulo Portas já afirmaram que nunca aceitariam uma coligação que incluísse unicamente o seu partido e o partido liderado por José Sócrates. E Cavaco Silva já disse por diversas vezes (a a troika também) que Portugal necessita de um governo maioritário.

 

Desta forma, e face aos resultados eleitorais, penso que só haverão duas possibilidades realistas: um governo de coligação PSD/CDS-PP no caso de ambos os partidos garantirem uma maioria parlamentar, ou uma coligação PSD/PS/CDS-PP no caso dessa maioria não acontecer.

 

E a primeira não está dependente do partido que obtiver mais votos nas próximas eleições...

publicado por MAV às 01:46
Sábado, 07 DE Maio DE 2011

falemos a sério...

Não posso deixar de escrever uma pequena nota sobre uma das implicações do Plano de Ajustamento definido pelo FEEF: o término e a fusão de autarquias.

É, considero, uma óptima ideia e algo necessário, num país onde algumas freguesias são maiores que muitos munícipios. 
Servirá até para um funcionamento mais lógico, coerente, eficaz e eficiente de diversos projectos e iniciativas. Por defeito de formação, dou como exemplo a criação de diversas respostas sociais, que independentemente do número de indivíduos da população-alvo residentes, parece que é uma obrigação cada concelho ter a sua (lar de idosos, creches, infantários, entre outros).

Contudo, e infelizmente, considero também que vai ser algo extremamente díficil (senão impossível) de atingir.


Recordemos, por exemplo, as guerras que já existiram para promover determinadas cidades e vilas a concelho. Imagine-se agora, as guerrilhas partidárias que muitos responsáveis farão, quando verificarem que a sua freguesia ou o seu concelho será "anexado" pela/o vizinha/o.

Mas no meio disto tudo não podemos deixar de reflectir em algo que está indirectamente relacionado: a necessidade de uma séria reforma do sistema eleitoral português (assembleia da república, governo e autarquias),

Quanto à Assembleia da República, teria que passar por uma diminuição do número de deputados, com a criação de ciclos uninominais por círculo eleitoral e um círculo nacional. Associado a isto, uma eleição nominal do Primeiro-Ministro e o aumento dos vencimentos dos deputados.
Quanto às autarquias, não seria mais eficaz, digamos, uma diminuição dos cargos autárquicos e possibilitar esta gestão articulada através de algo chamado... sei lá... REGIONALIZAÇÃO?

publicado por MAV às 00:42
Sexta-feira, 06 DE Maio DE 2011

só falta aplicar o "era" a José Sócrates

As últimas declarações da Troika em Portugal apenas nos podem levar a uma conclusão:
Nem agora José Sócrates é capaz de deixar de mentir, nem agora José Sócrates é capaz de ter a honestidade de admitir que errou.

 

Era o PEC IV, do qual íamos ter saudades, que afinal não era suficientemente rigoroso, não conseguindo responder às necessidades do país.
Era o Plano de Ajustamento que era muito mais suave do aplicado na Irlanda e na Grécia.
Era a não necessidade de solicitar o apoio do FEEF/FMI, porque resolveríamos tudo sozinhos.


E agora, como refere Juergen Kroeger, ficamos a saber que as medidas poderiam ser muito mais suaves se esse pedido tivesse sido feito com maior antecedência, e que mesmo as medidas que já estavam a ser aplicadas, não o estavam a ser da forma correcta e, consequentemente, não estavam a ser atingidos os objectivos.


Só nos resta saber (e ainda bem que não o iremos saber) o que seria se esse PEC VI tivesse sido aprovado e quanto PSC's viriam a seguir,


Não admira portanto que José Sócrates não queira comentar essas mesmas declarações...

publicado por MAV às 02:49
Sexta-feira, 06 DE Maio DE 2011

é preciso ter lata...

 

 

 

publicado por MAV às 01:54
Sexta-feira, 06 DE Maio DE 2011

os "cinco para a meia-noite". Que diferença..

Estranhei a entrevista no programa "5 para a meia-noite" que teve como convidado José Sócrates. Esquecendo o facto de, ao contrário do habitual, ter sido gravado, era esperado num programa como este (mesmo sendo de humor) que se falasse de política e que José Sócrates fosse confrontado com questões da actualidade.

Face a essa estranheza, resolvi procurar o programa feito no dia anterior que teve como convidado Pedro Passos Coelho. Não fazendo quaisquer considerações sobre o "à vontade" de cada entrevistado, a realidade é que a entrevista ao líder do PSD foi, embora uma entrevista com cariz humorístico (como seria normal) não deixou de ser um programa onde se abordou, basicamente do príncipio ao fim, as questões da actualidade e as opiniões e considerações do candidatos a Primeiro-Ministro.

Se, como li no twitter antes da entrevista ao líder do PS começar, o entrevistador foi simpático com Passos Coelho, a única conclusão que se pode tirar (para além de me parecer estranho que José Sócrates não tivesse agenda para estar em directo neste programa, até porque na sua agenda nada aparece para esta noite e para a manhã de amanhã) é que Fernando Alvim (o entrevistador de Sócrates) mais parecia um qualquer boy da Juventude Socialista numa acção de campanha eleitoral, questionando o seu querido líder.

publicado por MAV às 01:46

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