Breves IVG (iii)

Em relação a este post, e esquecendo o humor fantástico e sempre actual do Luís Afonso, ficam duas questões:


 


1. Que legitimidade tem a igreja para defender o não à descriminalização da interrupção voluntária da gravidez (aborto para os mais sensíveis), quando não concorda com nenhum método contraceptivo?


1. Que legitimidade tem a igreja para defender o não à descriminalização da interrupção voluntária da gravidez (aborto para os mais sensíveis), defendendo a vida (a existir) quando não concorda com uso do preservativo, podendo provocar indirectamente a morte da pessoas através da transmissão do HIV?


 


Só mesmo, como diz o Luís Afonso (no post anterior), criminalizando as relações sexuais...


 


 

publicado por MAV às 23:17