finalmente, começa-se a falar disto...

Sobre as Comissões de Protecção de Crianção e Jovens em Perigo:

«"Cada uma destas instituições tem total liberdade para escolher o elemento de acordo com critérios próprios e sem ter que os explicar" afirmou Paula Cristina Martins, professora e investigadora do Instituto de Estudos da Criança, da Universidade do Minho.»

Entretanto, continua-se à espera que, mais do que se falar em intenções e medidas avulsas que alterem as lógicas de funcionamento das CPCJ's, se faça uma remodelação global da legislação de suporte das mesmas. Para que estas (verdadeiramente) possam funcionar.

publicado por MAV às 02:25